Em alta, Brasil revê Alemanha com sete motivos para exorcizar “fantasminha”

Escrito por em 27/03/2018

Tudo bem que não dá para chamar de revanche. É um amistoso, sem todos os principais jogadores. Mas chegou a hora do aguardado reencontro entre Brasil e Alemanha, o “fantasminha”, como costuma dizer Tite. Nesta terça-feira, em Berlim, as seleções vão se enfrentar pela 1ª vez desde o eterno 7 a 1 na semifinal da Copa do Mundo de 2014.

Lá se vão 1.359 dias. Período em que a Seleção sofreu para assimilar a pior derrota de sua história, mas cresceu. E reconquistou respeito a ponto de chegar à Rússia como uma das favoritas ao título, na opinião da imensa maioria dos principais adversários.

O amistoso começa às 15h45 (de Brasília) e será transmitido ao vivo pela TV Globo, SporTV, Globoplay e GloboEsporte.com. No site, o pré-jogo especial começa às 14h20.

Coutinho: reforço mais caro da história do Barcelona (Foto: MoWa Press)Coutinho: reforço mais caro da história do Barcelona (Foto: MoWa Press)

Coutinho: reforço mais caro da história do Barcelona (Foto: MoWa Press)

Toni Kroos, por exemplo, autor de dois gols e eleito o melhor em campo no 7×1, disse no sábado que o Brasil está “dois degraus acima”. Ou seja, não se trata de uma evolução irrelevante aos olhos de um protagonista do futebol mundial.

– Acredito que será um grande jogo, houve evolução nítida na nossa Seleção desde que o professor (Tite) assumiu. Mas elogios e críticas às vezes debilitam, você não pode absorvê-los se não ajudar a crescer e ser melhores do que somos. A expectativa é ter um grande desempenho e fazer um grande jogo. É um grande teste, são esses adversários que vamos enfrentar no futuro – disse o capitão Daniel Alves, questionado sobre os elogios dos alemães.

De um lado, Tite não terá Neymar, com o pé direito fraturado. Do outro, Joachim Löw poupa titulares como Müller, Özil, Kroos e Hummels, mas escala uma equipe que brilhou no título da Copa das Confederações e tem adquirido cada vez mais bagagem internacional.

Abaixo, o GloboEsporte.com apresenta sete motivos – porque é um clichê irresistível – para o Brasil ser visto novamente como uma potência mundo afora.

Seleção terá Fernandinho titular no reencontro com a Alemanha (Foto: Infoesporte)

1) TiteTite devolveu Brasil ao favoritismo na Copa do Mundo (Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

O técnico substituiu Dunga após a queda precoce na Copa América dos EUA, em julho de 2016, e mudou completamente a Seleção. Consagrado pelos títulos, especialmente no Corinthians, ele teve apoio popular para implantar sua maneira de jogar, o 4-1-4-1, e apostar em velhos conhecidos, como Paulinho, ou novas promessas, caso de Gabriel Jesus.

Créditos: G1-Globo Esporte


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